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        <title>deviantART: by:Loveatfirstsiiight</title>
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        <description>deviantART RSS for by:Loveatfirstsiiight</description>
        <language>en-us</language>
        <copyright>Copyright 2009, deviantART.com</copyright>

        <pubDate>Tue, 22 Dec 2009 09:34:03 PST</pubDate>        
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                <title>Devious Journal Entry</title>
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                <pubDate>Sun, 01 Jun 2008 10:34:32 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ Dar e nem sempre receber nÃ£o faz parte de mim, desculpa aÃ­ o meu egoismo estÃ¡ bem ?<br />Quando se gosta, gosta-se com o coraÃ§ao (todo), nÃ£o Ã© sÃ³ de vez em quando , nÃ£o Ã© uma questao de (se) apetecer, Ã© de sentir mesmo ,aquela sensaÃ§ao em que de um momento para o outro, o coraÃ§ao parece que vai saltar do peito.A verdade Ã© que,jÃ¡ me foste muito, jÃ¡ me mimaste muito, jÃ¡ me amparaste muito, mas e agora ?Pareces-me de pedra, sabes ?Acho que, neste momento o teu bom senso anda a decair de dia para dia. Andas numa especie de transformaÃ§ao: ou seja, passaste de 1.80 para 1.50 , porque tu quiseste, porque assim o fizeste e escolheste . HÃ¡ dias em que nÃ£o me sais do cerebro, penso em ti  ao quadrado, ou atÃ© ao cubo .<br />TÃ£o depresssa me fazes rir, como chorar .Tens sido, tens-te tornado em tudo aquilo que nÃ£o eras, em tudo aquilo que nao fazia ideia que fosses capaz de o ser .<br />Ã que, diz-me: consegues pÃ´r tudo numa gaveta e fecha-la a sete chaves ?<br />Isto, chama-se o quÃª, egoismo, Ã© isso ?<br />NÃ£o te odeio, nao . Mas, tenho cÃ¡ dentro uma mÃ¡goa . Magoaste-me, e isso nao te perdoo, pela maneira como o fizeste ,pelas palavras que usaste . NÃ£o eras tu .<br />E, muito sinceramente, estÃ¡s longe de ser o que foste.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~Loveatfirstsiiight</author>
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                <title>( Feridas Mordidas .  )</title>
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                <pubDate>Mon, 08 Oct 2007 07:48:53 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ Todas as noites, ponho o mp3 a tocar, como costumo fazer todos os dias quando vou para cama. E tu Ã© como se (me) entrasses na cabeÃ§a, ou melhor: tu nunca de lÃ¡ saÃ­ste. E pergunto(me) , questiono(me), realmente questiono vÃ¡rias coisas: como por exemplo, o facto de teres sido, e jÃ¡ nÃ£o o seres(mais), a certeza e a incerteza que me assombram quase todas as noites . E Ã© quando me interrogo a mim mesma, o porquÃª de ainda permaneceres cÃ¡ dentro, o porquÃª de ouvir ainda a tua voz, ou (me) lembrar do teu nome.(?) O porquÃª de estremecer quando, isto ou aquilo me leva ao passado que vivemos, ou atÃ© mesmo quando recebo uma simples mensagem tua. <br />
Porque insistes tu em atrofiaresÂme os neurÃ³nios? A verdade Ã© que andas constantemente a fazer(me) eco na cabeÃ§a e no coraÃ§Ã£o . <br />
E isto dos porque(s) Ã© muito perturbador, acho . Ã como se (me) deixasses a Ã¡rea coordenadora fora de controle , fica completamente disfuncional, e a partir daÃ­ comeÃ§o a perguntar(me) o porque de estar a pensar no que quer que seja que te diga respeito, Ã© que, sejamos realistas, eu sei, tu sabes tÃ£o bem quanto eu, nÃ£o mereces sequer que pense na tua pessoa . Mas, eu nÃ£o posso nem consigo ignorar os meus pensamentos, nÃ£o posso simplesmente, comeÃ§ar a cantar, ou atÃ© mesmo gritar ( nÃ£o Ã© que ainda nÃ£o o tenha feito, porque atÃ© jÃ¡ o fiz, torna'se completamente absurdo, Ã© como jogar ao apanha . ) sempre que penso em ti .Tu, tu nÃ£o me tentes manipular, muito menos fazer'me de maluca, atÃ© porque me considero uma pessoa bastante lÃºcida . Sim, Ã© verdade hÃ¡ alturas em que me consegues trocar as ideias , e aÃ­ sim : quase que dou em doida . <br />
NÃ£o faÃ§as de mim o que nÃ£o sou, aliÃ¡s, o que tu Ã©s . NÃ£o teria prazer nenhum em ser quem tu dizes ser quem Ã©s . <br />
E sabes que mais ? Para de ser alguÃ©m que nÃ£o Ã©s, pensa e age com a cabeÃ§a que tens ( jÃ¡ Ã© altura de o fazeres ) .<br /><br /> ]]></description>
                <author>~Loveatfirstsiiight</author>
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