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        <title>deviantART: by:SomewhereInTheClouds</title>
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        <description>deviantART RSS for by:SomewhereInTheClouds</description>
        <language>en-us</language>
        <copyright>Copyright 2009, deviantART.com</copyright>

        <pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:32:19 PST</pubDate>        
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                <title>"Não digamos..</title>
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                <pubDate>Fri, 29 May 2009 14:24:41 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>.. AmanhÃ£ farei, porque o mais certo Ã© estarmos cansados amanhÃ£, digamos antes, Depois de amanhÃ£, sempre teremos um dia de intervalo para mudar de opiniÃ£o e projecto, porÃ©m ainda mais prudente seria dizer, um dia deciderei quando serÃ¡ o dia de dizer depois de amanhÃ£, e talvez um dia preciso, se a morte definidora vier antes desobrigar-me do compromisso, que essa, sim, Ã© a pior coisa do mundo, o compromisso, liberdade que a nÃ³s proprios negÃ¡mosÂ" <br /><br />.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>quem me dera conseguir não pensar em nada..</title>
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                <pubDate>Mon, 25 May 2009 12:22:04 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>"faz frio e o tempo enevoado deprime-me. a noite desgasta-me.<br />quem me dera conseguir nÃ£o pensar em nada, deambular pela vida sem desejar, sem projectar fosse o que fosse, nem querer possuir mais que a humilde condiÃ§Ã£o de continuar vivo.<br /><br />talvez sentar-me junto ao mar e olhar as Ã¡guas incendiadas. milhares de aves sobrevoando o cais. o frio entra pela janela, acorda-me. nÃ£o sei o que hei-de fazer com estas visÃµes."<br /><br />. </sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>As palavras escritas</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/22739960/</link>
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                <pubDate>Thu, 22 Jan 2009 16:11:05 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Tiramos fotografias para vermos quando formos mais velhos, para nÃ£o esquecermos. Nesse mundo que existe por trÃ s dos olhos Ã© impossÃ­vel tirar fotografias. Ã impossÃ­vel filmÃ¡-lo. As palavras sÃ£o insuficientes porque variam consoante a voz que as canta. As palavras escritas, a verem-nos desde o papel, sÃ£o muito diferentes daquelas que, dentro de nÃ³s, se desfazem. Ãs vezes, sÃ£o como pÃ¡ssaros mortos na palma da mÃ£o. Outras vezes, sÃ£o como a sua sombra. E, no entanto, escrever Ã© falar para esse interior. Coloca uma ponte entre palavras e palavras, irmÃ£os que se encontram. As palavras escritas no papel atravessam a pele e sÃ£o despejadas directamente, com um ritmo, nesse mundo sem fronteiras que cada um de nÃ³s transporta. SÃ£o como soldados a saltarem da parte de trÃ¡s de um camiÃ£o. Seriam necessÃ¡rias muitas reticÃªncias se conseguÃ­ssemos escutar cada pormenor desse interior. Ã neste ponto que se coloca o problema da atenÃ§Ã£o. Temos olhos e, quanto Ã  atenÃ§Ã£o, acontece o mesmo de quando olhamos para a distÃ¢ncia e, a partir de certa altura, os contornos fogem dos objectos. Nesse nosso undo/caos/alma, suponho que exista tambÃ©m uma distÃ¢ncia: imagens que passam lÃ¡ muito longe, por trÃ¡s destas que passam logo aqui, palavras que passam onde apenas conseguimos ver vultos.<br /><br /><br />JosÃ© LuÃ­s Peixoto <br /><sub>(publicado originalmente no Jornal de Letras)</sub><br /><br />.</sub><br /><br /><br /><sub>obrigado Ã³ noodle ^_^</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>O medo.</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/16691277/</link>
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                <pubDate>Sat, 02 Feb 2008 13:36:52 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>O medo Ã© muitas vezes o muro que impede as pessoas de fazerem uma sÃ©rie de coisas. Claro que o medo tambÃ©m pode ser positivo, em certa medida ajuda a que se equilibrem alguns elementos e se tenham certas coisas em consideraÃ§Ã£o, mas na maior parte dos casos Ã© negativo, Ã© algo que nos faz mal. <br /><br />(...) <br /><br />O pior medo Ã© o medo de nÃ³s prÃ³.prios e a pior opressÃ£o Ã© a auto-opressÃ£o. Antes de se tentar lutar contra qualquer outra coisa, penso que Ã© importante lutarmos contra ela e conquistarmos a liberdade de nÃ£o termos medo de nÃ³s prÃ³.prios.<br /><br /><br /><br /><br />JLPeixoto, CitaÃ§Ãµes<br /><br />.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>O Assombro da Incoerência do Nosso Ser</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/16524012/</link>
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                <pubDate>Tue, 22 Jan 2008 15:55:14 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub><br />
Sou um mero espectador da vida, que nÃ£o tenta explicÃ¡-la. NÃ£o afirmo nem nego. HÃ¡ muito que fujo de julgar os homens, e, a cada hora que passa, a vida me parece ou muito complicada e misteriosa ou muito simples e profunda. NÃ£o aprendo atÃ© morrer - desaprendo atÃ© morrer. NÃ£o sei nada, nÃ£o sei nada, e saio deste mundo com a convicÃ§Ã£o de que nÃ£o Ã© a razÃ£o nem a verdade que nos guiam: sÃ³ a paixÃ£o e a quimera nos levam a resoluÃ§Ãµes definitivas.<br />
<br />
O papel dos doidos Ã© de primeira importÃ¢ncia neste triste planeta, embora depois os outros tentem corrigi-lo e canalizÃ¡-loÂ TambÃ©m entendo que Ã© tÃ£o difÃ­cil asseverar a exactidÃ£o dum facto como julgar um homem com justiÃ§a.<br />
Todos os dias mudamos de opiniÃ£o. Todos os dias somos empurrados para lÃ©guas de distÃ¢ncia por uma coisa frenÃ©tica, que nos leva nÃ£o sei para onde. Sucede sempre que, passados meses sobre o que escrevo - eu prÃ³.prio duvido e hesito. Sinto que nÃ£o me pertenÃ§oÂ<br />
Ã por isso que nÃ£o condeno nem explico nada, e fujo atÃ© de descer dentro de mim prÃ³.prio, para nÃ£o reconhecer com espanto que sou absurdo - para nÃ£o ter de discriminar atÃ© que ponto creio ou nÃ£o creio, e de verificar o que me pertence e o que pertence aos mortos. De resto isto de ter opiniÃµes nÃ£o Ã© fÃ¡cil. Sempre que me dei a esse luxo, fui forÃ§ado a reconhecer que eram falsas ou errÃ³neas.<br />
<br />
<br />
<br />
Raul BrandÃ£o, in <i>Se Tivesse de RecomeÃ§ar a Vida</i><br />
<br />
.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>O Presente sem Passado nem Futuro</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/15562323/</link>
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                <pubDate>Sun, 18 Nov 2007 12:27:10 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Vivo sempre no presente. O futuro, nÃ£o o conheÃ§o. O passado, jÃ¡ o nÃ£o tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. NÃ£o tenho esperanÃ§as nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida atÃ© hoje - tantas vezes e em tanto o contrÃ¡rio do que eu a desejara -, que posso presumir da minha vida de amanhÃ£ senÃ£o que serÃ¡ o que nÃ£o presumo, o que nÃ£o quero, o que me acontece de fora, atÃ© atravÃ©s da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inÃºtil de o repetir. Nunca fui senÃ£o um vestÃ­gio e um simulacro de mim.<br />
O meu passado Ã© tudo quanto nÃ£o consegui ser. Nem as sensaÃ§Ãµes de momentos idos me sÃ£o saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, hÃ¡ um virar de pÃ¡gina e a histÃ³ria continua, mas nÃ£o o texto.<br />
<br />
<br />
<br />
Fernando Pessoa, in 'Livro do Desassossego'</sub><br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
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                <pubDate>Sat, 06 Oct 2007 06:15:25 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ .<br />
<br />
<sub>Julga que se conhece, se nÃ£o se construir de algum modo? E julga que eu posso conhecÃª-lo, se nÃ£o o construir Ã  minha maneira? E julga que me pode conhecer, se nÃ£o me construir Ã  sua maneira? SÃ³ podemos conhecer aquilo a que conseguimos dar forma. Mas que conhecimento pode ser esse? NÃ£o serÃ¡ essa forma a prÃ³.pria coisa? Sim, tanto para mim como para si; mas nÃ£o da mesma maneira para mim e para si: isso Ã© tÃ£o verdade que eu nÃ£o me reconheÃ§o na forma que vocÃª me dÃ¡, nem vocÃª se reconhece na forma que eu lhe dou; e a mesma coisa nÃ£o Ã© igual para todos e mesmo para cada um de nÃ³s pode mudar constantemente. E, contudo, nÃ£o hÃ¡ outra realidade fora desta, a nÃ£o ser na forma momentÃ¢nea que conseguimos dar a nÃ³s mesmos, aos outros e Ã s coisas. A realidade que eu tenho para si estÃ¡ na forma que vocÃª me dÃ¡; mas Ã© realidade para si, nÃ£o Ã© para mim. E, para mim mesmo, eu nÃ£o tenho outra realidade senÃ£o na forma que consigo dar a mim prÃ³.prio. Como? Construindo-me, precisamente.<br />
<br />
<br />
<br />
Luigi Pirandello, in <i>Um, NinguÃ©m e Cem Mil</i><br />
.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
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                <pubDate>Sun, 24 Jun 2007 06:07:17 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>"Criei em mim vÃ¡rias personalidades (...) Crio personalidades constantemente. Cada sonho meu, imediatamente logo ao aparecer sonhado, encarna numa outra pessoa que possa sonhÃ¡-lo e eu nÃ£o. <br />
Para criar, destruÃ­-me. Tanto me exteriorizei dentro de mim, que dentro de mim nÃ£o existo senÃ£o exteriormente. Sou a cena Ãºnica onde passam vÃ¡rios autores representando vÃ¡rias peÃ§as."<br />
<br />
<br />
Fernando Pessoa</sub><br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>-</title>
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                <pubDate>Mon, 28 May 2007 02:52:40 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub><br />
"Ela olhou muito para mim. Ela era o seu rosto de menina, a sua pele pura. Lembrei-me dos meus dedos sob a Ã¡gua limpa de uma fonte. Ela era a mulher mais bonita do mundo. Ela era a manhÃ£ sob o cÃ©u a iluminar a claridade. Ela disse amo-te. Ela, o seu rosto puro, diante de mim, as chamas, o fogo, disse amo-te. Como palavras impossÃ­veis e como Ãºnicas palavras. Eu sorri tanto. Fui feliz e, nesse momento, morri." <br />
<br />
JosÃ© LuÃ­s Peixoto, in Uma Casa Na EscuridÃ£o.<br />
<br />
<br />
<br />
<br />
<br />
Que os teus sonhos nunca tenham medida.. <br />
E que as estrelas cintilem. </sub><br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Um tempo.</title>
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                <pubDate>Mon, 14 May 2007 16:40:07 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Tirei um tempo para mim, mas vou estando por aqui.. assim meio que presente, meio que ausente, estando e não estando, como se o silêncio tivésse tomado conta de mim. </sub> <br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>.</title>
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                <pubDate>Mon, 23 Apr 2007 14:19:20 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>O tempo, conforme um muro, uma torre, qualquer construção, faz com que deixe de haver diferenças entre a verdade e a mentira. O tempo mistura a verdade com a mentira. Aquilo que aconteceu mistura-se com aquilo que eu quero que tenha acontecido e com aquilo que me contaram que aconteceu. A minha memória não é minha. A minha memória sou eu distorcido pelo tempo e misturado comigo próprio.. <br />
<br />
<br />
José Luis Peixoto, in Cemitério de Pianos</sub><br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Parou.</title>
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                <pubDate>Tue, 03 Apr 2007 16:09:20 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>---<br />
<br />
Às vezes é bom quando o tempo dá um tempo porque dá tempo de consertar os tempos errados e tentar evitar novas falhas de tempo. O problema é que esse tempo não resolve a falta de tempo anterior e acaba criando nova falta de tempo, porque o tempo não espera e isso não só está provado como está... sentido.<br />
<br />
Estou abandonando a teoria em que sempre acreditei, de que tudo é timing. Acho que essa de "falta de sincronia", "necessidade de tempo certo" e sincronicidades em geral acontecem sim mas, na maioria dos casos, não passa de uma desculpa. Senão, o simples reconhecimento do timing como o problema deveria despertar o objectivo de solução.<br />
<br />
É aí que entra o poder de acção, que vem do querer, da vontade. Sem isso, pode ter a sincronia que fôr que não adianta: vai ser sempre o tempo errado.<br />
<br />
<br />
<br />
Laura Pires</sub><br />
<br />
.<br />
<br />
<br />
<br />
<br />
<sub>[ Será que alguém me sabe dizer como fazer desaparecer o mood aqui do Journal?! ] </sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Caminhos.</title>
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                <pubDate>Tue, 06 Feb 2007 17:27:47 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Caminhos.<br />
Tem vezes que perco horas e horas a tentar descobri-los.<br />
E perco-me nos detalhes, nos encontros e desencontros, já que alguns parecem ter vida dentro deles e deixam marcas, alguns tropeções, uma ou outra surpresa, mas sempre acabam surgindo novos caminhos .. e mesmo que às vezes dando uma ou outra olhada para o que ficou para trás, é bom caminhar sem um caminho certo .. viver o momento!<br />
<br />
<br />
.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Não me sinto.</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11550948/</link>
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                <pubDate>Wed, 24 Jan 2007 08:49:34 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ ...<br />
<br />
<br />
<br />
<sub>Hoje até que me apeteceu escrever, mas não sei o que dizer ..<br />
A minha mente está preguiçosa sim, as minhas idéias, talvez voando entre as estrelas e as nuvens, perdidas, e estou assim um tanto vazia, oca ..<br />
E não queria sentir assim.<br />
Parece que estou aqui, mas não sou eu ..<br />
Vejo-me apenas.<br />
Não me sinto.<br />
<br />
<br />
<br />
.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Tagged!</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11497758/</link>
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                <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:58:38 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>I've been tagged by ~<a href="http://kukacrystal.deviantart.com/">KukaCrystal</a><br />
<br />
<br />
<b>Here it is 6 weird things about me:</b><br />
<br />
1. I can't read anything without my glasses on.<br />
2. I'm addicted to chocolate.<br />
3. My favorite band is Placebo.<br />
4. I like wine.<br />
5. I hate to cook.<br />
6. My humor changes very easily. Humpf -.-<br />
<br />
<br />
<br />
I'll tag: ~<a href="http://neverendings.deviantart.com/">NeverEndings</a> , ~<a href="http://myfuckingemo.deviantart.com/">MyFuckingEmo</a> , ~<a href="http://bodyjar.deviantart.com/">Bodyjar</a> , ~<a href="http://juanasilva.deviantart.com/">juanasilva</a> , ~<a href="http://xwhatislovex.deviantart.com/">xWhatIsLovex</a> , ~<a href="http://modernepic.deviantart.com/">modernEpic</a><br />
<br />
</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Onde?</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11372334/</link>
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                <pubDate>Tue, 09 Jan 2007 08:54:30 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Ontem o meu dia não foi bom não.<br />
E o de hoje, bem .. nem sei se é meu, se me foi emprestado .. não o sinto como sendo meu.<br />
E não devia sentir assim, eu sei .. <br />
Só sei que dói, ao fim deste tempo todo ainda dói, e parece que não me consigo livrar disto. Tem dias que tudo parece estar bem, e depois surgem outros que trazem tudo de volta, quando tudo o que eu quero é esquecer.<br />
Mas porque isto acontece comigo? Será que vai ser sempre assim? Tudo estava bem .. durante muito tempo tudo ficou bem e agora oh ... e sou eu, mais uma vez, que corro e me fecho dentro de mim, me afasto, me calo, e nem me preocupo em encontrar respostas para as pessoas .. mas, como explicar que o que tenho mesmo é vontade de desaparecer, de gritar comigo e dizer o quanto sou tonta, acordar e ser como antes .. porque será que não posso ser como antes? Parece, tal como os dias, que não me pertenço mais, que me tornei em algo difícil de reconhecer.<br />
E não gosto.<br />
A vida (e eles) ensinou-me a ter um certo equílibrio .. que não sei onde se meteu.<br />
E os sorrisos? mesmo aqueles sem qualquer motivo .. <br />
E aquele meu jeito de achar que tudo está bem e que tudo vai ficar bem?<br />
Não sei onde deixei tudo isto .. onde foi?<br />
E eu .. onde é que eu me deixei?<br />
Onde?</sub><br />
<br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Tem dias ...</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11349495/</link>
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                <pubDate>Sun, 07 Jan 2007 12:02:54 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Tem dias que fica difícil dizer o que me vai na alma.<br />
Às vezes pego em algumas letras já antigas, aproveito algumas, adiciono outras novas, acabo formando novas palavras e o que me vai na alma vai saindo, só saindo ... mas tem outros dias, como hoje, em que tento e não consigo. Não é porque me falte o que dizer, ou porque estou com o coração apertado, e até estou .. mas não é por isso não .. é que tem dias em que eu mesma não acredito no que escrevo.<br />
E hoje, bem .. tem coisas que não quero falar, se falo fico triste e não quero. As que poderia falar não vou acreditar.<br />
Por isso, melhor mesmo é nem escrever ...</sub><br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Acaso.</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11222585/</link>
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                <pubDate>Thu, 28 Dec 2006 12:37:04 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Acaso? Não .. claro que não, eles não existem, a nós é que muitas vezes falta a capacidade de conseguirmos ler os sinais, e entender.<br />
E eu, lá no fundo, já sabia ..<br />
É, ele não vem.<br />
Mas tentou.<br />
E só saber isso, já deu, de alguma maneira, para que eu ficásse com a alma assim mais quentinha. <img src="http://e.deviantart.com/emoticons/s/smile.gif" width="15" height="15" alt=":)" title=":) (Smile)" /> </sub><br />
<br />
<br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Tu sabes ...</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11186821/</link>
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                <pubDate>Mon, 25 Dec 2006 09:57:34 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Tu sabes que eu tenho a mania de entender tudo, pelo menos tentar .. quando nos conhecemos, e nos cumprimentámos .. lembras-te deste momento?<br />
Como se fosse ontem.<br />
Deste-me, ou não, um piscar de olhos?<br />
Piscar de olhos? Bem, acho que isso vai ser sempre um mistério.<br />
Não te lembras ..<br />
Claro que sim.<br />
Então?<br />
Sabes, só me recordo de ter fechado o olho .. mas quem sabe? talvez tivésse algo no olho, o que faria com que fosse apenas um pestanejar ..<br />
E tinhas algo no olho?<br />
E se não tivésse? O que significaria?<br />
Podia ser que pensásses que tu e eu tinhamos algo em comum, que os outros não.<br />
Bem, não te vou dizer .. se o dissésse iria privar-te do mistério, e já não há muitos por aí.<br />
E deixas-me assim, na dúvida?<br />
Não. Tu sabes, eu sei que sim .. a única maneira de não saber é não querer saber. E tu tens a mania de querer saber tudo!<br />
<br />
.</sub><br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>Não sei.</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/11035618/</link>
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                <pubDate>Mon, 25 Dec 2006 09:06:28 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Tem tantas coisas que eu não sei.<br />
E outras que não sei se sei, mas mesmo que soubésse .. que sei eu?<br />
Sei que devia falar, mas tem vezes que as palavras se prendem, ficam assim meio que coladas, não saiem .. embrulham-se todas e eu acabo ficando baralhada e esqueço-as.<br />
E são tantos os sentimentos que se atrapalham, ou eu, sei lá .. que o que pensava ontem, hoje já não penso, não sinto ..<br />
E penso. E sinto.<br />
E fico assim sem saber o que dizer, porque não sei o que pensar ... e calo-me.<br />
Fica o grito por gritar.<br />
O choro por chorar.<br />
A garganta engasgada.<br />
O coração apertado.<br />
E escondo-me.<br />
Mas o que queria mesmo era ser capaz de dizer o que sinto, o que penso querer, apesar de não saber o que quero dizer, nem o que penso, o que sinto .. e secalhar até deveria dizer, mas não sei que possa dizer .. pois nem sei se aquilo que eu penso saber, é certo, se sei ou não sei ..<br />
Mas uma coisa eu sei sim .. a 'desarrumação' habita por aqui.<br />
E não gosto de sentir assim.<br />
Não, não gosto.<br />
Mas sinto.</sub><br />
<br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
          <item>
                <title>.</title>
                <link>http://SomewhereInTheClouds.deviantart.com/journal/10588468/</link>
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                <pubDate>Mon, 25 Dec 2006 09:05:23 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ <sub>Tenho a mania de querer entender tudo.<br />
Tem dias que me faço tantas perguntas, e as respostas, bem ... algumas devem ser daquelas que só o tempo me vai dar, e talvez um dia venha a entender melhor os mistérios da vida ... apesar de saber que para chegarmos a um determinado ponto, muitas vezes temos que passar por vários obstáculos, e até algumas desilusões ... mas, mesmo assim, ainda preciso de mais respostas ... e apesar de saber que as únicas interessantes são aquelas que destroem as perguntas, continuo sempre com mais algumas sobrando.<br />
E depois vêem outros dias que nem sei para que quero entender ... se nada explica, e ninguém vê o que vai aqui dentro, pois nem eu sei explicar .. e nem mesmo sei para quê, talvez só para complicar ... o melhor deve ser mesmo deixar como está.<br />
Viver e só.<br />
E é o que estou fazendo, ou pelo menos tentando, aprendendo a viver a vida que tenho, pois parece que me estou sempre preparando para viver, mas nunca vivendo ... e cansei.<br />
Viver e só.<br />
Só isso.</sub><br />
<br />
<br />
.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~SomewhereInTheClouds</author>
            </item>
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