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        <title>deviantART: by:adrianabueno</title>
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        <description>deviantART RSS for by:adrianabueno</description>
        <language>en-us</language>
        <copyright>Copyright 2009, deviantART.com</copyright>

        <pubDate>Sat, 19 Dec 2009 10:53:02 PST</pubDate>        
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                <title>Devious Journal Entry</title>
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                <pubDate>Mon, 02 Jun 2008 14:53:21 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ Afinidade acontece. Um mesmo signo, um mesmo par de<br />sapatos caramelo, um mesmo livro de cabeceira.<br />Afinidade acontece entre seres humanos. A mesma frase<br />dita ao mesmo tempo, o diÃ¡logo mudo dos olhares e a<br />certeza das semelhanÃ§as entre o que se canta e o que<br />se escreve. AfinaÃ§Ã£o acontece. Um mesmo acorde, um<br />mesmo som, uma mesma harmonia. AfinaÃ§Ã£o acontece entre<br />instrumentos musicais. A mesma nota repetidas vezes, a<br />busca pela perfeiÃ§Ã£o sonora e a certeza das<br />similaridades entre um tom acima e um tom abaixo. A<br />incrÃ­vel mÃ¡gica acontece quando os instrumentos<br />musicais descobrem afinidades humanas entre si no<br />mesmo instante em que os seres humanos descobrem<br />afinaÃ§Ãµes musicais dentro deles mesmos.<br /><br /><br />*Recebi isso de uma pessoa especial e acho que HJ Ã© o dia de colocÃ¡-la aqui!<br /><br /> ]]></description>
                <author>~adrianabueno</author>
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                <title>Pedaços de Mim</title>
                <link>http://adrianabueno.deviantart.com/journal/18098807/</link>
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                <pubDate>Wed, 30 Apr 2008 09:07:22 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ Eu sou feito de<br />Sonhos interrompidos<br />detalhes despercebidos<br />amores mal resolvidos<br /><br />Sou feito de<br />Choros sem ter razÃ£o<br />pessoas no coraÃ§Ã£o<br />atos por impulsÃ£o<br /><br />Sinto falta de<br />Lugares que nÃ£o conheci<br />experiÃªncias que nÃ£o vivi<br />momentos que jÃ¡ esqueci<br /><br />Eu sou<br />Amor e carinho constante<br />distraÃ­da atÃ© o bastante<br />nÃ£o paro por instante<br /><br />JÃ¡<br />Tive noites mal dormidas<br />perdi pessoas muito queridas<br />cumpri coisas nÃ£o-prometidas<br /><br />Muitas vezes eu<br />Desisti sem mesmo tentar<br />pensei em fugir,para nÃ£o enfrentar<br />sorri para nÃ£o chorar<br /><br />Eu sinto pelas<br />Coisas que nÃ£o mudei<br />amizades que nÃ£o cultivei<br />aqueles que eu julguei<br />coisas que eu falei<br /><br />Tenho saudade<br />De pessoas que fui conhecendo<br />lembranÃ§as que fui esquecendo<br />amigos que acabei perdendo<br />Mas continuo vivendo e aprendendo.<br /><br />Martha Medeiros<br /><br /> ]]></description>
                <author>~adrianabueno</author>
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                <title>EXTREMAMENTE FÁCIL</title>
                <link>http://adrianabueno.deviantart.com/journal/17888540/</link>
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                <pubDate>Wed, 16 Apr 2008 21:40:48 PDT</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ Acabou-se o que era doce. A relaÃ§Ã£o terminou. E quem sobrou, sofre, lÃ³gico. Sofre por todos os motivos que a gente conhece bem: saudades, auto-estima abalada, impotÃªncia e uma certa mÃ¡goa que surge nÃ£o se sabe de onde. Ou se sabe. Talvez a mÃ¡goa venha daquela constataÃ§Ã£o que a nossa maturidade, meio capenga, nÃ£o consegue suportar: Âok, tudo bem que ele me deixou, tudo acaba nessa vida, um dia iria acontecer (atÃ© aÃ­ a maturidade estÃ¡ firme...) mas como Ã© que ele conseguiu fazer isso de uma maneira tÃ£o fÃ¡cil?Â (...eis onde a maturidade tropeÃ§a).<br /><br />Quando a gente perde o outro de vista, nÃ£o sabemos mais o que se passa do lado de lÃ¡. Do lado de cÃ¡, sabemos: muito lenÃ§o de papel para segurar a choradeira, um desÃ¢nimo, uma vontade de nÃ£o ir trabalhar, de nÃ£o sair da cama, fome nenhuma, tentativas frustradas de curtir uma noitada, revisÃ£o contÃ­nua nas fotos e e-mails que ficaram como registro do passado, enfim, um dramalhÃ£o bem latino. Mas e do lado de lÃ¡? Parece que por lÃ¡ a vida continua numa paz escandinava. Grrrrrrrrrrr.<br /><br />Seria menos doloroso pra nÃ³s se a dor fosse repartida em partes iguais. Se eu sofro, e sei que o outro tambÃ©m sofre, oba, temos ainda algo em comum. Ã reconfortante saber que nosso ex tambÃ©m lamenta a ruptura (mesmo que a iniciativa tenha sido dele), que o outro tambÃ©m se sente sozinho e nÃ£o partiu para uma nova relaÃ§Ã£o com total facilidade. Se os dois sofrem, Ã© como se ficasse confirmado que a relaÃ§Ã£o tinha importÃ¢ncia igual para ambos. Que o afastamento, apesar de coerente e definitivo, gerou a mesma dor. Nem perca seu tempo me dizendo que isso Ã© egoÃ­smo porque sei disso muito bem. MÃ¡s notÃ­cias, pessoal: somos egoÃ­stas.<br /><br />Ser deixado jÃ¡ Ã© dureza. Se, alÃ©m disso, somos deixados tÃ£o facilmente, tÃ£o razoavelmente, tÃ£o racionalmente, tÃ£o assepticamente, aÃ­ vamos Ã  nocaute. No prÃ³ximo namoro, melhor combinar antes: amor, se vocÃª decidir acabar, por favor, sofra um pouquinho pra me agradar. <br /><br /><br />(Texto de Martha Medeiros)<br /><br />Impressionante a facilidade com que eu me encontro nos textos dela!!!<br /><br /> ]]></description>
                <author>~adrianabueno</author>
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                <title>Indiferença</title>
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                <pubDate>Fri, 29 Feb 2008 15:59:35 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ O que separa as pessoas nÃ£o Ã© a distÃ¢ncia<br />Ã a indiferenÃ§a.<br />HÃ¡ pessoas que estÃ£o juntas<br />Mesmo separadas geograficamente<br />HÃ¡ outras separadas<br />Vivendo juntas<br />Debaixo do mesmo teto.<br />A indiferenÃ§a<br />Mata lentamente<br />Aniquila qualquer sentimento<br />Criando distÃ¢ncias<br />Fazendo gelar coraÃ§Ãµes<br />Mesmo estando essas pessoas<br />TÃ£o prÃ³ximas de nÃ³s.<br /><br /> ]]></description>
                <author>~adrianabueno</author>
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                <title>Devious Journal Entry</title>
                <link>http://adrianabueno.deviantart.com/journal/17005174/</link>
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                <pubDate>Fri, 22 Feb 2008 07:41:46 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ "HÃ¡ momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguÃ©m que o que mais queremos Ã© tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraÃ§Ã¡-la. Sonhe com aquilo que vc quiser! VÃ¡ para onde vc queira ir! Seja o que vocÃª quer ser, porque vocÃª possui apenas uma vida e nela sÃ³ temos uma chance de fazer aquilo que queremos Tenha felicidade bastante para fazÃª-la doce. Dificuldades para fazÃª-la forte.Tristeza para fazÃª-la humana. E esperanÃ§a suficiente para fazÃª-la feliz.As pessoas mais felizes nÃ£o tem as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importÃ¢ncia das pessoas que passam pelas suas vidas. O futuro mais brilhante Ã© baseado num passado intensamente vivido. VocÃª sÃ³ terÃ¡ sucesso na vida quando<br />perdoar os erros e as decepÃ§Ãµes do passado. A vida Ã© curta, mas as emoÃ§Ãµes que podemos deixar... duram uma eternidade."<br /><br /> ]]></description>
                <author>~adrianabueno</author>
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                <title>Devious Journal Entry</title>
                <link>http://adrianabueno.deviantart.com/journal/16949746/</link>
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                <pubDate>Mon, 18 Feb 2008 16:51:29 PST</pubDate>
                
                <description><![CDATA[ Loucos e Santos<br /><br />Escolho meus amigos nÃ£o pela pele ou outro arquÃ©tipo qualquer, mas pela pupila.<br />Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.<br />A mim nÃ£o interessam os bons de espÃ­rito nem os maus de hÃ¡bitos.<br />Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.<br />Deles nÃ£o quero resposta, quero meu avesso.<br />Que me tragam dÃºvidas e angÃºstias e agÃ¼entem o que hÃ¡ de pior em mim.<br />Para isso, sÃ³ sendo louco.<br />Quero os santos, para que nÃ£o duvidem das diferenÃ§as e peÃ§am perdÃ£o pelas injustiÃ§as.<br />Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.<br />NÃ£o quero sÃ³ o ombro e o colo, quero tambÃ©m sua maior alegria.<br />Amigo que nÃ£o ri junto, nÃ£o sabe sofrer junto.<br />Meus amigos sÃ£o todos assim: metade bobeira, metade seriedade.<br />NÃ£o quero risos previsÃ­veis, nem choros piedosos.<br />Quero amigos sÃ©rios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia nÃ£o desapareÃ§a.<br />NÃ£o quero amigos adultos nem chatos.<br />Quero-os metade infÃ¢ncia e outra metade velhice!<br />CrianÃ§as, para que nÃ£o esqueÃ§am o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.<br />Tenho amigos para saber quem eu sou.<br />Pois os vendo loucos e santos, bobos e sÃ©rios, crianÃ§as e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" Ã© uma ilusÃ£o imbecil e estÃ©ril."<br />Oscar Wilde<br /><br /> ]]></description>
                <author>~adrianabueno</author>
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